PSC Estadual declara apoio oficial à candidatura de Carlos Eduardo

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Seguindo os princípios éticos e em consonância com o desejo da maioria dos membros, o Partido Social Cristão (PSC) oficializou hoje o apoio à candidatura de Carlos Eduardo ao governo do estado.
De acordo com o presidente estadual do PSC, Renato Fernandes, a decisão ocorreu depois de ouvir os membros do partido. A candidatura de Carlos Eduardo é a que mais se aproxima das ideologias do PSC e a que oferece melhor condições de mudar a realidade do RN. “O nosso partido pensa, principalmente, nos princípios morais. Somos contra o aborto, contra a liberação das drogas e a favor da vida. Também pensamos um Rio Grande do Norte com foco no Desenvolvimento Econômico e a candidatura de Carlos Eduardo é a única que também defende esses temas e que pode salvar o nosso estado do buraco que ele se encontra. Por isso da nossa decisão”, disse Renato Fernandes.
Para Carlos Eduardo, o apoio do PSC representa a chegada de um partido sério e com credibilidade em sua campanha. “Hoje reencontro aqui grandes amigos, como é o caso de Renato Fernandes, um amigo não só de política, mas de vida. Além disso, ele traz consigo um partido como o PSC, composto por pessoas sérias e que devem contribuir e muito com a minha campanha. Me sinto feliz e lisonjeado em tê-los ao meu lado nessa luta que não é só minha, mas sim de todos que querem um Rio Grande do Norte desenvolvido e justo com o seu povo”, ressaltou Carlo Eduardo.

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Walter Alves, Fábio Faria e Rafael Motta tiveram quase de 100 mil votos a menos, cada, em relação a 2014

Foto: Portal NoAr

O resultado das urnas deixou um claro aviso aos políticos que concorreram nas eleições: é preciso refletir e estar mais próximo da população, escutar mais os anseios dos cidadãos e procurar entender o que as pessoas estão falando.

A bancada potiguar na Câmara dos Deputados teve uma renovação de cinco das oito vagas. E os três que conseguiram se reeleger sentiram o resultado aviso. Eles conseguiram renovar o mandato de deputado federal, mas com um cenário completamente diferente de 2014. Cada um deles teve uma queda de aproximadamente 100 mil votos em comparação ao pleito de 2014. A votação reduziu mais da metade. Walter Alves, Fábio Faria e Rafael Motta foram os três mais votados em 2014. No resultado de ontem, eles ficaram entre os quatro últimos, ou seja, entre os menos votados.

Walter Alves, em 2014, foi eleito o deputado federal mais votado do Rio Grande do Norte pelo PMDB com 191.064 votos, o que representou na época 12,09% dos votos válidos. Uma votação que superou até as expectativas dos integrantes do grupo político. Já em 2018, 79.333 votos, o que equivaleu a apenas 4,93% dos votos válidos. Ele terminou em 7º na votação nominal. Uma diferença de mais de 111 votos em relação ao pleito passado.

O segundo mais votado em 2014 foi o deputado federal Rafael Motta. Nas eleições passadas, ele foi eleito com 176.239 votos, o que equivaleu a 11,15% dos votos válidos. Outro fenômeno de votação da época, que vinha de um cargo de vereador de Natal e teve uma votação expressiva para o primeiro mandato na Câmara dos Deputados. Mas em 2018, a situação foi diferente. O parlamentar conquistou apenas 82.791 votos, sendo o quinto mais votado com um total de 5,14%. Uma diferença de 93.448 votos em relação a 2014.

E Fábio Faria, que em 2014 foi o terceiro mais votado também sentiu a diferença. Nas eleições passadas, ele teve 166.427 votos e ficou em 3º na votação nominal com 10,53% dos votos e conseguiu renovar o mandato de deputado federal sem muitas dificuldades. Para 2018, ele foi o último da coligação, ficando apenas como 8º da votação nominal, que também é a última colocação, com 70.350 votos, o que equivale a 4,37% dos votos válidos. Uma diferença de 96.077 votos.

Fonte: Blog do BG

REDE diz em Carta Aberta que ou Styvenson se enquadra e assume as causas do partido ou sai

MAX BEZERRA

Carta Aberta

Diante do que vem sendo divulgado na mídia na última semana, sobre a candidatura do capitão Styvenson, a Rede Sustentabilidade do Rio Grande do Norte vem a público expor a verdade dos fatos.

No período de pré campanha eleitoral, o capitão Styvenson Valentim procurou a executiva da Rede Sustentabilidade para se filiar ao partido. O militar optou pela candidatura cidadã: uma inovação política que permite a qualquer cidadão, membros de movimentos de renovação política, partidos sem registro na justiça eleitoral e figuras com atuação destacada na sociedade possam disputar um pleito eleitoral sem possuir militância partidária orgânica.

Entretanto, embora confira independência enquanto estratégia eleitoral, as diretrizes que regem a candidatura cívica, conforme o estatuto e as resoluções nacionais preveem, também estabelecem vínculo programático com o partido. Tratam-se de alianças onde os candidatos assinam um termo de compromisso público com os princípios norteadores e inegociáveis da Rede, que são cláusulas pétreas, conforme se vê no Artigo 4º do Estatuto da Rede:

I – da pluralidade política;

II – da dignidade da pessoa humana;

III – da justiça social;

IV – defesa dos direitos das minorias;

V – do respeito à natureza e à vida em todas as suas formas de manifestação e da promoção e defesa do meio ambiente ecologicamente equilibrado;

VI – da função social da terra e dos conhecimentos tecnológicos e científicos;

VII – da função social da propriedade;

VIII – da solidariedade e da cooperação;

IX – respeito às convicções religiosas e à liberdade para professá-las;

X – da transparência, eficiência e eficácia na gestão pública;

XI – da impessoalidade e do interesse público;

XII – da legalidade;

XIII – do pleno respeito às diversidades, à coisa pública e ao bem comum; e,

XIV – na construção de consenso progressivo nas deliberações da REDE.

Ademais, especificamente sobre a Candidatura Cidadã, a Resolução Elo nº 09, de 2017 preceitua atuação coerente com os princípios e valores da sigla onde a militância orgânica não seja preterida, nem passada para trás.

“Queremos uma equação de soma positiva, uma corresponsabilidade entre militância orgânica e candidaturas cidadãs. Queremos candidaturas cidadãs que defendam causas coerentes aos nossos princípios, o que certamente se traduzirão por entusiasmo com nossas candidaturas partidárias. No caso das candidaturas cidadãs para cargos majoritários, a identidade programática e a afinidade com o projeto nacional e com as demais candidaturas majoritárias e proporcionais da REDE são essenciais. As candidaturas cidadãs proporcionais não podem manifestar críticas aos candidatos (as) da REDE nem apoiar candidatos(as) adversários(as), na forma da Lei”, diz trecho da Resolução.

Em entrevista ao programa Momento Metropolitano, exibida no Facebook e que foi ao ar no dia 29 de Agosto, o capitão Styvenson violou flagrantemente a Resolução Elo nº 09, de 2017 ao ressaltar seu descompromisso programático com os candidatos orgânicos da REDE. Postura que adotou logo após a convenção partidária da Rede e que se acentuou nas últimas semanas.

No programa, o militar afirma que sua candidatura é isolada e que recebeu (SIC) liberdade para não subir em palanque, não dar apoio e nem falar em nome de político. “Político que aparecer ai falando que tá comigo é mentira, viu? Eu não tô com ninguém, eu tô só”.

Ainda na entrevista, o capitão afirma que essa liberdade teve um preço e que ele foi alto: recusou dinheiro público, horário eleitoral na TV e estrutura partidária.

Sobre propaganda eleitoral na TV e Rádio, a executiva da Rede externa que, mesmo isso não tendo sido tratado nas discussões iniciais, destinou 50% do tempo que dispunha para o capitão Styvenson. A outra metade foi reservada para o sindicalista Napoleão, candidato orgânico do partido ao senado.

A assessoria do militar sugeriu o horário integral, deixando de fora o candidato orgânico do partido, o sindicalista Napoleão, por ter, segundo eles, menos expressividade eleitoral. A Rede manteve a oferta de metade do tempo para ambos, de forma igualitária, como procede em todas as suas questões internas e externas.

Outro ponto importante é que a Rede não disponibilizou nem estrutura nem recursos partidários para nenhum dos seus candidatos majoritários até agora, uma vez que tais verbas ainda não foram disponibilizadas pela executiva nacional. Portanto, não foram sequer oferecidas tais condições.

Cabe salientar que, em tempos sombrios em que conquistas sociais e a democracia estão em risco, a Rede Sustentabilidade não abre mão de discursos e práticas políticas que estejam alinhados com os ideais partidários, com a figura de Marina Silva – pessoa ética, sem qualquer envolvimento com escândalos de corrupção – e com os candidatos majoritários do partido: Freitas Júnior, candidato ao governo, Flávio Rebouças, candidato a vice-governador e Napoleão, candidato ao Senado.

Desse modo, a Rede Sustentabilidade repudia a deturpação da candidatura cidadã feita pelo militar, assim como sua omissão no que tange à gestão do governo de Robinson Faria.

Sobre ética, reitere-se que a Rede é o único partido que acolhe e apoia incondicionalmente a Lei da Ficha-Limpa. Segundo estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV), é o partido que mais combate a corrupção no Brasil. Por sinal, é o único partido que exige que todos os seus filiados estejam enquadrados nas hipóteses da Lei de Ficha Limpa.

Credibilidade que o capitão Styvenson pôde atestar: após o ingresso dele na Rede, passou a liderar as pesquisas.

Considerando todos os princípios que norteiam a Rede, é incompatível qualquer candidatura, orgânica ou cidadã, que mantenha alinhamento duvidoso com posições políticas conflitantes. Seja com o personalismo, com o apoio ao governo do Estado, com oligarquias estabelecidas, com práticas que a Rede condena ou com a própria identidade política.

Desse modo, toda e qualquer candidatura dentro do partido precisa coadunar com o que foi exposto nesta carta, sob risco de ter a sua manutenção desabonada.

Cumpriremos o que foi acordado em todas as nossas discussões e esperamos que tais pontos expostos anteriormente também sejam respeitados.

Por último, é importante que se diga que, antes de qualquer vitória eleitoral ou cálculo eleitoreiro, a Rede prioriza sua identidade programática, protagonismo social e construções coletivas, fortalecendo nossas lutas por um Rio Grande do Norte e um Brasil justo e sustentável.

Renato Fernandes recebe apoio de Clorisa Linhares

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O candidato a Deputado Federal Renato Fernandes recebeu uma importante adesão  a sua campanha. A vereadora de Grossos e ex-candidata ao governo do estado, Clorisa Linhares, declarou seu apoio político a Renato Fernandes, que concorre a uma vaga na Câmara Federal. Clorisa disse que trabalhará firmemente para que ele obtenha êxito nesse pleito eleitoral.

“Renato é o melhor nome para trabalhar em Brasília pelo desenvolvimento econômico do nosso estado. Ele já faz isso há muito tempo sem ter um mandato. Chegou a hora de juntarmos as forças em prol de sua eleição. A partir de agora é arregaçar as mangas e ir em busca dessa conquista”, disse Clorisa Linhares.

Renato Fernandes agradeceu o apoio e disse estar preparado para lutar pela valorização das potencialidades econômicas do nosso estado. “O apoio de Clorisa representa muito para nossa candidatura. Clorisa é uma mulher íntegra, uma política séria que só engrandece nossa caminhada. Pensamos muito parecido e lutamos por uma sociedade com mais oportunidades, por uma economia mais pujante e pelo desenvolvimento econômico e social do nosso povo”, agradeceu Renato Fernandes.

A cada dia a candidatura de Renato Fernandes recebe novas adesões e nos próximos dias lideranças políticas e de outros segmentos, de todo o estado, estarão se juntando nessa luta que se fortalece a cada dia.

RN é o 4º: Estados mais ineficientes do Brasil são aqueles em que predominam dinastias políticas

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O jornal Folha de S.Paulo trouxe, na edição desse domingo (19), duas reportagens que, aparentemente, são desconexas.

Na manchete que repercutiu país afora, o jornal anunciava o ranking de eficiência dos estados, listando as unidades da federação que conseguem fazer mais com menos e têm ótimos índices na prestação de serviços públicos.

Dentro do jornal, o caderno Poder trazia a reportagem “Dinastias políticas do Brasil lançam mais de 60 candidatos nas eleições”.

O Rio Grande do Norte é destaque das duas matérias, que, lembrando, não foram produzidas como assuntos correlatos, embora pareçam estar profundamente intrincadas, pelos resultados que apresentamos agora.

No ranking de eficiência, o RN é o quarto pior estado do país. Dos seis indicadores utilizados (educação, saúde, segurança, infraestrutura, finanças e receita per capita), o Estado só ficou na média nacional em um (infraestrutura).

Na reportagem das dinastias políticas, a Folha situa o Rio Grande do Norte como território dos Alves e Maias, como é de conhecimento até das amebas.

É ao abandonar o foco local para a abrangência do nacional que obtemos a conclusão lógica: estados dominados por dinastias políticas tendem à ineficiência. Senão vejamos.

O Amapá é o Estado mais ineficiente do Brasil. Evidentemente que uma série de fatores contribuem para a posição, mas foi para esse Estado que José Sarney transferiu seu título de eleitor para poder se perpetuar no Senado, mesmo com sua história vinculada ao Maranhão, 13º na lista dos estados.

O Pará de Jader Barbalho é o segundo mais ineficiente. Depois dele vem o Acre dos Vianas, atrás dos quais os Alves e Maias projetam o Rio Grande do Norte.

Terminam a lista dos taxados de ineficientes, a Roraima dos Jucás e as Alagoas dos Collor de Melo e dos Calheiros. Sergipe, dominado pelos Francos, também está na lista.

Na outra ponta, a dos estados eficientes, apenas em um deles há predominância de família política nos rumos do estado, o Pernambuco dos Arraes.

Não deve ser coincidência que dinastias e ineficiência estejam relacionadas.

“O preso deve trabalhar para pagar sua estadia na cadeia, ajudar a sustentar a sua família e principalmente a família de quem ele vitimou”, diz Renato Fernandes

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Você já parou para pensar quanto custa um preso aos cofres públicos? Já parou para analisar o quão injusto é você ter que trabalhar o mês inteiro para poder comer, pagar aluguel, pagar suas contas e cumprir seus compromissos, enquanto os detentos do Brasil tem tudo isso sem precisar fazer muito esforço?
Pensando nisso, o presidente do PSC e candidato a deputado Federal, Renato Fernandes, propõe a criação de uma lei que mude esse cenário, não só no Rio Grande do Norte, mas no Brasil inteiro. A proposta do candidato é dotar as cadeias públicas de fábricas, empregar os detentos como colaboradores, de forma que o seu ganho, no final do mês, seja dividido em três partes: 33% seria destinado para a família do preso, 33% para um fundo estadual que serviria para o estado custear o detento nos presídios e cadeias públicas e os outros 33% seria destinado a família da vítima.
“Esse projeto é extremamente viável. Com isso daremos dignidade aos detentos, garantiríamos o sustento da família do preso e principalmente, estaríamos fazendo justiça com a família da vítima desse preso, que muitas vezes era o único provedor de sustento dessa casa”, explica o candidato.
De acordo reportagem publicada no Jornal Tribuna do Norte, o número de presos já é o dobro da capacidade dos presídios do Rio Grande do Norte.
“Segundo o Conselho Nacional de Justiça, CNJ, o estado conta com 9.053 detentos (Dados de 2017), mas com quantidade de vagas para apenas 4.705”, diz a matéria.
O projeto tem uma preocupação com o alto custo que se tem para manter este problemático sistema, mas antes de qualquer coisa, visa modificar este cenário que hoje pouco consegue atingir seu objetivo inicial: a ressocialização dos condenados.
“Como cidadãos precisamos parar de olhar para o próprio umbigo e fazer a nossa parte. Com um único projeto estaremos tratando os detentos, que, por não ter o que fazer vão se especializar cada vez mais nos crimes, das famílias dos detentos, que na maioria das vezes, por falta de opção, seguem o mesmo destino do pai e, principalmente, da família do vitimizado por aquele detento, que além de ficar sem o seu ente querido, ainda se vê, muitas vezes, sem o sustento da família. Além do social, estaremos gerando emprego e renda”, resumiu Renato Fernandes.
Renato Fernandes tem em seu plano de governo um foco no Desenvolvimento Econômico. Ele tem uma história de luta em defesa dos setores salineiro, carcinicultor e fruticultor do Rio Grande do Norte.

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O JORNAL A NOTÍCIA, trouxe aos seus leitores um levantamento jornalístico, sobre o desempenho dos quatro candidatos para o cargo de deputado estadual mais votados pelos curraisnovenses nas eleições de 2014.

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O município de Currais Novos já começa a viver o clima das eleições que se aproximam. A partir do dia 15, os candidatos colocarão suas campanhas nas ruas. É quando vemos os eleitores adotarem as cores dos seus candidatos, arregaçarem as mangas e partirem em busca da multiplicação dos votos. Esse ano os eleitores votarão para presidente da República, senador, governador, deputado federal e deputado estadual.

Nesta edição, o JORNAL A NOTICIA traz um levantamento jornalístico, sobre o desempenho dos quatro candidatos mais votados pelos curraisnoveneses para o cargo de deputado Estadual, nas eleições de 2014.

De acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral, os quatro candidatos mais votados para ocupar uma vaga na Assembleia Legislativa, em Currais Novos foram: Carlson Gomes – DEM (5061 votos);  Odon Júnior – PT (5051 votos); Ezequiel Ferreira – PMDB (2277 votos) e Tomba Faria – PSB (1594 votos).

O primeiro colocado, advogado Carlson Gomes, não foi eleito, mas os votos obtidos em Currais Novos colaboraram para eleger o último candidato da sua coligação, no caso, o deputado Estadual José Adécio. Odon Júnior também não foi eleito, mas os votos depositados em seu nome, colaboraram para eleger o único deputado Estadual do PT, Mineiro. Isso porque a soma de todos os votos dos candidatos servem para compor o coeficiente eleitoral das coligações e partidos.

Mas você já se perguntou o que esses quatro campeões de votos fizeram em prol da população de Currais Novos?  

De acordo com dados fornecidos pelas assessorias de imprensa e confirmados com o setor de projetos e licitações da prefeitura de Currais Novos, dos quatro mais votados, apenas o deputado estadual José Adécio (Eleito com ajuda dos votos obtidos por Carlson Gomes em Currais Novos) não destinou nenhum bem e nenhum recurso em prol do município.

Já os deputados: Mineiro, Tomba Faria e Ezequiel Ferreira de Souza beneficiaram Currais Novos, como detalha o quadro abaixo:

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Ezequiel obtém benefícios nas áreas de saúde, assistência social e segurança pública para Canguaretama

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O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ezequiel Ferreira de Souza (PSDB), destacou nesta terça-feira (14), ações que são realidade na cidade de Canguaretama, a 67 quilômetros de Natal, por intermédio do desempenho do mandato parlamentar.

“A Central do Cidadão no município de Canguaretama é luta antiga ainda da gestão Wilma de Faria. Agora, depois de reformada está prestes a ser ativada e dará a devida reposta os usuários daquela localidade por ser um equipamento de grande alcance social”, pontuou o deputado Ezequiel Ferreira.

Ezequiel também prestou contas da ações no segmento de saúde pública com o reabastecimento e chegada de profissionais para o Hospital Regional Prof. Dr. Getúlio de Oliveira Sales, denominado Hospital Regional de Canguaretama, para atender as demandas do setor na cidade que é referência no Agreste potiguar.

“A chegada de um veículo para auxiliar aos policiais civis em suas diligências está possibilitando melhor atuação da polícia investigativa em Canguaretama”, comentou Ezequiel, ao demonstrar satisfação em verificar o êxito prático da ações parlamentares.

“Atire a primeira pedra o político que nunca usou”, diz Henrique sobre caixa 2

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O ex-ministro Henrique Eduardo Alves (MDB), recém-solto pela Justiça após onze meses de prisão preventiva e mais um mês de recolhimento domiciliar, por suposto envolvimento em irregularidades investigadas na operação Manus, admitiu que arrecadou recursos via caixa dois durante sua campanha ao Governo do Rio Grande do Norte em 2014.

Em sua primeira fala pública após deixar a prisão, Henrique revelou, em entrevista ao jornal Tribuna do Norte, que a prática é corriqueira entre os políticos. “Atire a primeira pedra qual político nunca utilizou no Brasil. Eu assumi que cheguei a usar. Assim recebi e assim usei”, destacou o emedebista.

A defesa de Henrique alega na Justiça Federal, onde corre o processo da operação Manus, que não houve contrapartida por parte do político no recebimento dos recursos pelas empreiteiras, por isso não haveria corrupção tipificada. “Espero que esse processo seja deslocado para a Justiça Eleitoral e lá eu possa dar as explicações necessárias”, diz Henrique.

O ex-deputado federal criticou ainda o que chamou de “criminilização da política”. “A acusação tenta criminalizar as doações de campanha. Recebemos doações lícitas, registradas, legais… A criminalização dessas doações (…) pode gerar uma grave distorção no País”, reclamou.

Sobre as eleições de 2018, o emedebista afirma que decidiu não concorrer a nenhum cargo e se afastar da vida partidária para se dedicar à defesa. “Eu pedi ao senador Garibaldi [Alves Filho]. Achava que era a hora de ele presidir, experiente que é, o diretório estadual do partido”.

“Reunido com minha família, minha mulher, meus filhos e advogados, após essas conversas, decidi que nesta eleição meu papel será apenas de eleitor. Vou participar como todo cidadão brasileiro no dia da eleição. Não serei candidato, não terei diretamente qualquer participação. Este ano tenho zero articulação política, zero de qualquer ingerência. Apenas muita torcida para que meu MDB seja mais uma vez um partido vitorioso”, concluiu o ex-ministro.

Fonte: Agora RN

Garibaldi e Geraldo Melo lideram pesquisa Certus/Fiern para o Senado

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Pré-candidatos do MDB e do PSDB, respectivamente, o senador Garibaldi Alves Filho e o ex-senador e ex-governador Geraldo Melo lideram a preferência do eleitorado para as próximas eleições para o Senado no Rio Grande do Norte. Pelo menos é o que mostrou a última pesquisa do Instituto Certus, divulgada neste domingo, 29, pela Federação das Indústrias (Fiern). Na sondagem estimulada (quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados), Garibaldi tem 10,53% das intenções de voto, contra 8,58% de Geraldo Melo. Os dois seriam eleitos senadores em outubro. Esses números levam em conta as duas lembranças para o Senado, com base na mesma metologia de apuração da Justiça Eleitoral.

A distância de Garibaldi e Geraldo Melo para os demais pré-candidatos, entretanto, não é grande. A pesquisa Certus/Fiern mostra que os líderes do levantamento estão empatados tecnicamente com o terceiro e quarto lugares. O capitão Styvenson Valentim (sem partido) tem 8,12% das citações e a deputada federal Zenaide Maia (PHS) aparece com 7,52%.

Na sequência, também considerando as duas lembranças, estão: Antônio Jácome (Podemos), com 3,55%; Magnólia Figueiredo (Solidariedade), com 2,09%; e Alexandre Motta (PT), com 1,38%. Não chegaram a 1%: Telma Gurgel (PSOL), com 0,92%; Professor Laílson de Almeida (PSOL), com 0,71%; José Vieira (PSB), com 0,57%; Ruy Gaspar (PSD), com 0,43%; Preto Aquino (Patriota), com 0,35%; e Joanílson Rêgo (Democracia Cristã), com 0,25%.

36,38% dos entrevistados pelo Instituto Certus afirmaram rejeitar todos os candidatos apresentados, enquanto 18,48% não souberam ou não quiseram responder ao questionário.

A pesquisa Certus/Fiern, que também traz números da disputa pelo Governo do Estado, ouviu 1.410 pessoas de 40 municípios em 7 regiões do Rio Grande do Norte entre os dias 21 e 25 de julho. A margem de erro é de 3%, para mais ou menos, com grau de confiança de 95%. A sondagem foi registrada na Justiça Eleitoral sob os números RN-08199/2018 e BR-04763/2018.

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